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- há 3 dias
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Ministério da Saúde investe R$ 499 milhões na construção de maternidades e policlínicas em seis estados

O Ministério da Saúde anunciou o investimento de R$ 499 milhões do Novo PAC Saúde para a construção de três maternidades e três policlínicas em seis estados brasileiros: Sergipe, Amazonas, Pará, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. As ordens de serviço já foram autorizadas, garantindo o início das obras e ampliando a oferta de atendimentos especializados no Sistema Único de Saúde (SUS).
As maternidades terão capacidade para mais de 6 mil partos por ano cada uma, fortalecendo a atenção materna e infantil, com serviços 24 horas, urgência e emergência obstétrica, internação, terapia intensiva e atendimento ambulatorial. Já as policlínicas devem impactar cerca de 350 mil pessoas por região, oferecendo consultas especializadas, exames de imagem e pequenos procedimentos, conforme o perfil epidemiológico local.
A iniciativa integra o programa Agora Tem Especialistas, que busca reduzir filas e o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias no SUS. Com o Novo PAC, o Ministério da Saúde soma R$ 31,5 bilhões em investimentos em infraestrutura, consolidando o maior programa de fortalecimento da rede pública de saúde no país.
Fonte: Ministério da Saúde
Hapvida amplia atendimentos gratuitos ao SUS no Rio de Janeiro com mais de 3,7 mil cirurgias e procedimentos

Pacientes do SUS no estado do Rio de Janeiro passam a contar com mais de 3,7 mil cirurgias e procedimentos gratuitos por ano em hospitais e clínicas privadas da Hapvida. A iniciativa integra o programa federal Agora Tem Especialistas e utiliza um modelo pioneiro, que converte R$ 4,8 milhões em dívidas de ressarcimento ao SUS em atendimentos especializados, sem custo para a população.
A medida envolve unidades privadas localizadas em Niterói, na capital fluminense e em Duque de Caxias, com oferta de cirurgias e procedimentos ambulatoriais nas áreas ginecológica, cardiológica, oncológica e ortopédica. Estados e municípios serão responsáveis pelo encaminhamento dos pacientes, contribuindo para reduzir a demanda reprimida por atendimentos especializados.
Além da adesão da Hapvida, o programa já conta com a participação de grandes grupos hospitalares privados e filantrópicos, além de unidades móveis de saúde que levam exames e cirurgias a regiões de difícil acesso. A iniciativa reforça a ampliação da oferta de serviços de média e alta complexidade e o fortalecimento do SUS em todo o país.
Fonte: Ministério da Saúde
Ministério da Saúde inicia estratégia piloto de vacinação contra a dengue com imunizante 100% nacional

O Ministério da Saúde deu início à estratégia piloto de vacinação contra a dengue com a primeira vacina brasileira de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. A imunização começou nos municípios de Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), sendo ampliada também para Botucatu (SP), com foco na população de 15 a 59 anos. A iniciativa busca avaliar o impacto da vacina na redução da transmissão da doença e gerar evidências para uma futura ampliação nacional.
Ao longo de um ano, especialistas irão monitorar a incidência da dengue nas cidades participantes e possíveis eventos adversos, seguindo metodologia já aplicada em estudos anteriores no país. Nesta fase inicial, mais de 204 mil doses estão sendo distribuídas, dentro de um total de 1,3 milhão produzidas pelo Butantan.
A vacina Butantan-DV é a primeira do mundo contra a dengue em dose única, com proteção contra os quatro sorotipos do vírus. Estudos clínicos apontam eficácia global de 74%, redução de 91% dos casos graves e 100% de proteção contra hospitalizações. A estratégia nacional prevê ampliação gradual da vacinação conforme o aumento da produção, que pode crescer até 30 vezes, fortalecendo o enfrentamento da dengue como problema de saúde pública no Brasil.
Fonte: Ministério da Saúde
Vacina contra a herpes-zóster ainda não é incorporada ao SUS por questões de custo e oferta

O pedido de incorporação da vacina contra a herpes-zóster ao SUS foi apresentado pelo próprio Ministério da Saúde à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), responsável por avaliar novas tecnologias com base em critérios como segurança, eficácia, disponibilidade de doses e custo-benefício. Apesar do interesse do governo em ampliar o acesso à vacinação, a proposta não foi aprovada neste momento diante das condições apresentadas pela empresa fabricante.
A decisão considerou principalmente o alto valor do imunizante e a oferta limitada de doses. Foram ofertadas 1,5 milhão de doses por ano, quantidade insuficiente até mesmo para o público acima de 80 anos. Como a vacina é indicada para pessoas a partir dos 50 anos — cerca de 60 milhões de brasileiros —, o custo estimado para atender toda a população elegível chegaria a aproximadamente R$ 50 bilhões, valor considerado inviável para a sustentabilidade do SUS.
O Ministério da Saúde reforça que a negativa não encerra o debate. A pasta segue negociando com potenciais produtores para viabilizar uma proposta com maior escala de oferta e preços compatíveis com o sistema público. Enquanto isso, o SUS garante o tratamento e o acompanhamento clínico das pessoas com herpes-zóster, com foco na redução da gravidade dos sintomas e na prevenção de complicações.
Fonte: Ministério da Saúde
Ministério da Saúde lança cursos para qualificar detecção precoce de câncer de mama e do colo do útero na atenção primária

O Ministério da Saúde lançou uma série de cursos gratuitos voltados à qualificação de trabalhadores e gestores do Sistema Único de Saúde (SUS), com foco na detecção precoce dos cânceres do colo do útero e de mama. As formações integram o projeto Detecta-APS e são desenvolvidas por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
Os cursos têm como objetivo fortalecer a atenção primária à saúde, qualificando a gestão, a organização dos processos de trabalho e a oferta do cuidado integral à população. As iniciativas são acompanhadas pela Coordenação-Geral de Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde e contribuem para a ampliação do rastreamento organizado e da identificação precoce desses cânceres, que estão entre os mais prevalentes no país.
Entre as formações ofertadas estão cursos sobre estratégias de gestão na APS, gestão de base populacional, redes de atenção à saúde e promoção da saúde com foco na prevenção de fatores de risco. Parte das vagas é destinada prioritariamente a gestores de Unidades Básicas de Saúde, profissionais das secretarias municipais e referências técnicas em áreas como saúde da mulher, doenças crônicas e oncologia, reforçando o papel estratégico da atenção primária no enfrentamento do câncer no SUS.
Fonte: Ministério da Saúde
Programa Melhor em Casa amplia atendimento domiciliar especializado para pacientes do SUS

O Programa Melhor em Casa, do Ministério da Saúde, garante atendimento especializado no domicílio a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que necessitam de acompanhamento contínuo, mas podem ser assistidos fora do ambiente hospitalar. A iniciativa qualifica a assistência, promove cuidado humanizado e contribui para a redução de internações desnecessárias, fortalecendo o vínculo entre equipes de saúde, pacientes e familiares.
Integrado à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde, o programa organiza o Serviço de Atenção Domiciliar em articulação com a Atenção Primária, hospitais, serviços de urgência e outros pontos da Rede de Atenção à Saúde. O objetivo é assegurar a integralidade do cuidado, ampliar o acesso à atenção especializada e aproximar o SUS da realidade cotidiana das famílias.
Voltado a pessoas com doenças crônicas, em reabilitação, em cuidados paliativos ou com limitações de locomoção, o atendimento é realizado por equipes multiprofissionais, que constroem planos de cuidado individualizados e acompanham pacientes e cuidadores de forma contínua. Ao reconhecer o domicílio como espaço legítimo de cuidado, o Melhor em Casa consolida a atenção domiciliar como estratégia essencial para um SUS mais eficiente, resolutivo e centrado nas pessoas.
Fonte: Ministério da Saúde



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